10° ENCONTRO ESTADUAL DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO PR

CAPA ENCONTRO DAS ACAD cópiaA  ACADEMIA CASCAVELENSE DE LETRAS promove nos dias 26 e 27 de setembro de 2015,  o 10° Encontro Estadual das Academias de Letras do Paraná, no Teatro Municipal de Cascavel +  De 22 a 27 de Setembro, os seguintes eventos paralelos no mesmo local:  IX Primavera das Letras  – 1ª Virada Literária de Cascavel – Parcerias Poéticas XI  – 1ª Expo/Livros de Cascavel (ACL/Livrai-nos) – 4º Encontro Regional dos Escritores (Cascavel e Região) – Cadastro Regional dos Escritores e muito mais.

BOLSHOIO 10° Encontro Estadual das Academias de Letras do Estado do Paraná em Cascavel, acontecerá no Teatro Municipal de Cascavel, dotado de uma das mais modernas infra-estruturas cênicas do Brasil, recentemente inaugurado com o ballet, a suite Dom Quixote, pela Escola Bolshoi Brasil, de Joinville, SC.

A PROGRAMAÇÃO DO 10° ENCONTRO PROPRIAMENTE DITO:

DIA 26/09/2015 (SÁBADO) :

MANHÃ:

08h:00:  ACOLHIDA E INSCRIÇÕES – A partir das 8 horas, com a recepção, acolhida dos encontristas e inscrição das Academias participantes e seus membros credenciados.

9h;00′: ABERTURA SOLENE DO ENCONTRO – Início do Evento propriamente dito. Abertura Oficial, no espaço da Nave Principal do Teatro Municipal de Cascavel, com a presença dos acadêmicos representantes das Academias do Estado do Paraná e entidades literárias congêneres, autoridades e convidados especiais, dando início aos trabalhos do 10° Encontro.

10h:15′: PALESTRA PRÓ-MEMÓRIA – Palestrante, professor doutor Vander Piaia, docente da Unioeste – Universidade Estadual do Oeste do Paraná, sobre a história da colonização do Oeste do Paraná, com destaque para a historicidade da fundação de Cascavel, objeto da sua tese de doutorado e livro editado. Após a exposição, haverá breve momento para intervenções dos presentes.

11h10:  FOTOS OFICIAIS DO ENCONTRO

11h:20: INTERVALO/ COFFEE BREAK 

11h35: MOMENTO DAS ACADEMIAS I – Início da interação inter-academias, com a explicitação detalhada da programação, avisos, comunicações, encaminhamentos, inscrições, escolha dos expositores e relatores, para três breves momentos destinados ao debate dos principais assuntos-pauta do Encontro, com destaque para os temas: a) Da importância dos Encontros Estaduais de Academias de Letras; b) Da Importância e Desafios do Movimento Acadêmico; c) Cultura e Política. (Pede-se reflexão prévia sobre esses temas aos participantes, desde já.)

12h:30′: ALMOÇO 

TARDE:

14h:15: MOMENTO DAS ACADEMIAS II  – Exposição e debate sobre os temas referidos no MOMENTO I.

15h:00′: INTERVALO/ COFFEE BREAK

15h:45′: MOMENTO DAS ACADEMIAS III – Continuidade das Exposições e debates sobre os temas propostos e suas conclusões.

17h:45′: INTERVALO (HOTEL) – Preparação para a programação da noite:

NOITE:

19h:30: MOMENTO ARTÍSTICO – Momento artístico do FESTIVAL DE DANÇA, nave principal do Teatro Municipal de Cascavel, tendo como convidados especiais os participantes do Encontro, autoridades e convidados + convites estendidos aos expectadores do Festival.

21h:30′: JANTAR SOLENE  – Jantar de gala e breve sarau do Encontro, no Hotel Copas Verdes, com os acadêmicos, associados especiais, autoridades e convidados. Trajes: Convidados: esporte fino completo. Acadêmicos e Associados Especiais: esporte fino completo+pelerine.

10. ENCERAMENTO DAS ATIVIDADES DO SÁBADO. – ??h:00 –

DIA 27/09/2015 (DOMINGO)

MANHÃ:

08h:00′: REINÍCIO DAS ATIVIDADES DO ENCONTRO: 

2. VISITA GUIADA ÀS ATRAÇÕES PARALELAS DO ENCONTRO:
2.1
. Parcerias Poéticas XI ( Poemas Ilustrados)
2.2. Expo/Livros, exposição de livros de autores locais, regionais e convidados. Venda e escambo (troca de livros entre os autores presentes).
2.3. Lançamentos de livros (novos não lançados ainda) com autores locais, convidados e/ou autores visitantes inscritos previamente.

09h:00′: MOMENTO IV DAS ACADEMIAS – Assuntos gerais – Próximo Encontro – Depoimentos – Carta de Cascavel.

10h:30; INTERVALO’ – COFFE BREAK

11h:00: VISITA Á SEDE DA ACL – a) Inauguração da foto do Acadêmico Benemérito da ACL, FRANCISCO FILIPAK, da Academia Paranaense de Letras, in memoriam. b) Visita à Biblioteca e da Editora OCL/EDIGRAF.

11:45: MOMENTO DA ASSOCIAÇÃO DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO ESTADO DO PARANÁ – Eleição da Segunda Diretoria.

12:30′: ALMOÇO E ENCERRAMENTO DO ENCONTRO.

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ACL/ANO 10 – BOLETIM DE NOTÍCIAS EDITAL

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
A REALIZAR-SE NO DIA 07-05-2015 – 19:00 HORAS NA SEDE DE ACL 
RUA SOUZA NAVES, 2849 – CASCAVEL-PR 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO 07-05-2015

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NOTÍCIAS E INFORMAÇÕES

ELEIÇÃO MARIA LUCIA

ELEIÇÕES NA ACL:

A ACADEMIA CASCAVELENSE DE LETRAS ELEGE
MARIA LUCIA KLEINHANS PEREIRA PRESIDENTE

Por unanimidade de indicações, ontem, dia 04 de dezembro de 2013, às 19h00, na sede da ACL, os membros da Academia Cascavelense de Letras elegeram a acadêmica Maria Lucia Kleinhans Pereira presidente, para o biênio 2014-2015. Maria Lucia é professora, escritora, poeta e animadora social/cultural. O pleito foi marcado, pelo pedido do atual presidente Antonio de Jesus, que concitou os seus pares no sentido da escolha de um nome que representasse uma renovação radical, com objetivos bem definidos para o próximo biênio, com ênfase a consolidação da ACL como um espaço democrático e aberto a novos desafios, dentre outros de ampliar seus quadros e levar a instituição ao encontro das múltiplas comunidades literárias, artístico e culturais de Cascavel. Pedido feito, pedido acatado, a principal entidade de caráter literário de Cascavel elegeu uma nova Diretoria altamente qualificada para a busca dos objetivos propostos pela Academia.

A NOVA DIRETORIA
A nova diretoria eleita para o biênio 2014-2015, restou composta pelos seguintes membros: Presidente: Maria Lúcia K. Pereira; Vice Presidente, Antonio de Jesus; Primeiro Secretário, Marcio Couto; Segundo Secretário Cleiton Costa; Primeiro Tesoureiro, Jaime Fabro; Segundo Tesoureiro, Teresinha Fedato Tavares. CONSELHO FISCAL: Hilmar Adams; Helena Lúcia Z. Sória; Jeferson Luiz Kaibers; SUPLENTES; Altamiro José dos Santos; Bertolino Tenfen e Mário Ferreira de Oliveira.

PROJETOS PRIORITÁRIOS

Finda a votação e proclamado o resultado, pelos presentes, em breve instante de manifestações, foi aprovada uma pauta mínima de objetivos a serem perseguidos pela academia nos próximos dois anos: a) a implantação da Oficina Permanentes de Poesia e b) abertura de inscrições para a inclusão de novos associados especiais e preenchimento, mediante eleições, de pelo menos quatro das oito vagas disponíveis no primeiro ano de atividade que se inicia em primeiro de janeiro próximo. Esse compromisso tem o aval da totalidade dos membros presentes à Assembléia Geral Ordinária de caráter eleitoral.

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CONVÊNIOS E PARCERIAS

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XI SEMINÁRIO

 

 INFORME I

 SEMINÁRIO NACIONAL DE LITERATURA, HISTÓRIA E MEMÓRIA +
II CONGRESSO INTERNACIONAL DE PESQUISA EM LETRAS
NO CONTEXTO  LATINO-AMERICANO

O XI Seminário Nacional de Literatura, História e Memória e II Congresso Internacional de Pesquisa em Letras no Contexto Latino-Americano realizar-se-á nos dias 27, 28 e 29 de novembro de 2013, na Unioeste – Campus de CASCAVEL – Paraná, BR – contemplando em sua programação um conjunto de atividades acadêmicas, tais como a realização de conferências, mesas redondas, simpósios temáticos, palestras, apresentações culturais, sessões previstas para o diálogo entre leitores e escritores, lançamentos de livros, periódicos acadêmicos, que realizam a interlocução entre Memória, Literatura e História.O XI Seminário Nacional de Literatura, História e Memória e II Congresso Internacional de Pesquisa em Letras no Contexto Latino-Americano realizado em parceria com a “Academia Cascavelense de Letras” (ACL) e Associação do Docentes Universitários de Cascavel (ADUC), destina-se à comunidade em geral e a membros das Associações ADUC e ACL , à escritores e artistas das regiões de abrangência da Unioeste , escritores e artistas nacionais e internacionais e a docentes e discentes das Licenciaturas em Letras, História, Educação, Filosofia e áreas afins, docentes e discentes dos Programas de Pós-graduação da área de humanidades, em especial, do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Letras, área de concentração em Linguagem e Sociedade, nível de Mestrado e Doutorado da UNIOESTE e de outros Programas de Pós-graduação de Instituições nacionais e estrangeiras e de Associações de interesses comuns, a exemplo da Associação de Artistas Plásticos de Cascavel e Centros de Cultura, a exemplo do Círculo de Cultura Italiana, entre outros. O evento também se destina a professores das Redes de Ensino Públicas e Privadas das regiões de abrangência da Unioeste, em especial aos docentes que estão participando do PDE e do PROFLETRAS. O evento acolhe atividades de intercâmbio entre as Instituições universitárias do Brasil e do Exterior, oportunizando espaços para discussões relacionadas à Literatura, à Memória, à História, à Língua Portuguesa, às Literaturas e Línguas Estrangeiras Modernas, à Pesquisa em Educação e Cultura e espaços para exposições das produções literárias, artísticas e culturais de membros das Associações envolvidas (ADUC, ACL e outras).

Endereço para contato (e-mail do evento): literaturahistoriaememoria@gmail.com

COORDENAÇÃO DO EVENTO:
http://www.seminariolhm.com.br/home/
- Período de envio de resumos das comunicações aos coordenadores dos simpósios: 26/08 a 25/10/2013.
- Inscrições como ouvintes até o dia: 27/11/2013.

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ABL/ACORDO ORTOGRÁFICO

ADIAMENTO DO ACORDO ORTOGRÁFICO:

00 ACADEMIA BRASLEIRA DE LETRAS

ABL LAMENTA O ADIAMENTO DO ACORDO ORTOGRÁFICO
ABL divulga nota lamentando o adiamento da definitiva entrada em vigor do Acordo Ortográfico

A Diretoria da ABL, em sua primeira reunião deste ano, divulgou no dia 23 de janeiro, nota lamentando a decisão e afirmando que, nos primeiros dias de 2013, tão logo a obrigatoriedade da unificação ortográfica passasse a vigorar plenamente, iria desenvolver um amplo movimento para que o idioma fosse adotado como língua de trabalho oficial na Organização das Nações Unidas (ONU).

Ainda segundo a nota, não haveria mais desculpas para que os fóruns oficiais de política exterior continuassem a passar ao largo de um idioma de mais de 260 milhões de falantes, a pretexto das discrepâncias de grafia entre os países que compõem seu universo. “Consequência lógica da simplificação da escrita consagrada no Acordo seria o reconhecimento da crescente importância da lusofonia no cenário internacional e o coroamento natural de um longo processo, amadurecido sem qualquer açodamento”, afirma o documento. E prossegue: “Houve bastante tempo e oportunidade para que os descontentes se manifestassem. É uma pena que tenham deixado para forçar um adiamento unilateral nas últimas horas do prazo”.

A nota na íntegra:

A ABL e o adiamento do Acordo Ortográfico
Nas últimas horas de dezembro, quando o ano de 2012 estava terminando, o governo surpreendeu o país com a decisão de adiar para 2016 a entrada em vigor do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Só nos resta lamentar esse retrocesso – como observou o acadêmico Arnaldo Niskier em recente artigo.

Nos primeiros dias de 2013, tão logo a obrigatoriedade da unificação ortográfica passasse a vigorar plenamente, a Academia Brasileira de Letras pretendia iniciar um amplo movimento para que o idioma fosse adotado como língua de trabalho oficial na ONU e outros organismos internacionais. Não haveria mais desculpas para que os fóruns oficiais de política exterior continuassem a passar ao largo de um idioma de mais de 260 milhões de falantes, a pretexto das discrepâncias de grafia entre os países que compõem seu universo. Consequência lógica da simplificação da escrita consagrada no Acordo seria um reconhecimento da crescente importância da lusofonia no cenário internacional e o coroamento natural de um longo processo, amadurecido sem qualquer açodamento.

Convém recapitular suas principais etapas. O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi assinado em 1990.

Uma criança então nascida já seria hoje um cidadão adulto. No decorrer do extenso período de debates e discussões internas e externas sobre os problemas e as diferentes propostas dessa unificação, tal Acordo foi dissecado por especialistas, aprovado pelo Congresso de diferentes países, sancionado por chefes de estado. Finalmente, o Presidente Lula firmou em 2008 um documento decretando que a partir de 1º de janeiro de 2013 o Acordo entraria definitivamente em vigor no Brasil.

O país a ele aderiu sem traumas e com entusiasmo, desde esse momento em 2008, mesmo sem ser obrigatório e sem que houvesse chegado o final do prazo. Imediatamente, jornais, revistas e livros passaram a segui-lo. Há quatro anos nossas crianças estão sendo alfabetizadas com o uso dessa grafia e lendo livros e revistinhas que seguem essa orientação. Centenas de concursos públicos o adotaram, inclusive o ENEM. Nossas 200.000 escolas o aceitaram – incluindo as do interior – e o fato pode ser atestado na Olimpíada de Língua Portuguesa.

A Academia Brasileira de Letras, por decreto presidencial de 1972, como lembra Niskier, tem, entre nós, “as prerrogativas de ser a última palavra em matéria de grafia”. Ao longo de todos esses anos, jamais negou sua colaboração à sociedade, mas sempre procurou ouvi-la amplamente. O acadêmico Antonio Houaiss, filólogo respeitado no mundo inteiro, dedicou intensos esforços e grande parte de sua vida à cuidadosa construção dessa obra delicada, até ela poder ser amplamente aceita. Seu trabalho foi continuado pelo acadêmico Evanildo Bechara, com idêntica dedicação.

Ao longo desse processo, houve bastante tempo e oportunidade para que os descontentes se manifestassem. É uma pena que tenham deixado para forçar um adiamento unilateral nas últimas horas do prazo. Nem há o que comentar, os fatos falam por si. Só resta mesmo lamentar.

Academia Brasileira de Letras
23 de Janeiro de 2013

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CRÔNICA ILUSTRADA

UM BOM EXEMPLO DE UMA ADMINISTRAÇÃO CIDADÃ:

00 01CULTURA TOLEDO

A passada administração da cidade de Toledo, PR., foi marcante em todos os sentidos, com especial destaque para tudo que pudesse fazer daquela comunidade um lugar prazeroso onde morar e também, no sentido de carrear bem estar qualidade de vida para a população como um todo e especialmente aos mais necessitados. 

TOLEDO/PR:
SALUTAR INVEJA DE UMA ADMINISTRAÇÃO CIDADÃ

A pior desgraça de um povo, está na sua incapacidade de vivenciar a sua cidadania com sabedoria na sua plenitude. Segunda pior desgraça, é o analfabetismo político nas suas várias manifestações e diversidade de analfabetos: a) políticos; b) eleitores.

DOS POLÍTICOS ANALFABETOS
E OS ANALFABETOS POLÍTICOS

Há políticos analfabetos no sentido literal e estrito da palavra e no outro, no que tange a capacidade de entender da sua própria incapacidade para o exercício das funções públicas para as quais teimam em se candidatar.

Via de regra, a classe política, contrariando o espírito conceitual da significação de política como a arte de governar, gerir, administrar a coisa pública, é composta por uma fauna estranha à cidadania – substantivo feminino; 1 qualidade ou condição de cidadão; 1.1 condição ou dignidade de quem recebe o título honorífico de cidadão; 2 Rubrica: termo jurídico, condição de pessoa que, como membro de um Estado, se acha no gozo de direitos que lhe permitem participar da vida política.

Por qualidade ou condição, entenda-se o direito de ser,( político) roborado pela condição (capacidade e dignidade) exigíveis para a função pleiteada e, por conseguinte, a noção exata do munus a ser exercido. A permissão democrática, não exige do mandatário político  para gerir uma cidade, a capacitação que se exige para o exercício da menor das funções do serviço público: a capacidade comprovada de saber fazer o que pede a função.

A TEORIA E A REALIDADE

Teoricamente, todos os candidatos justificam a disposição de concorrer aos cargos públicos (do executivo e do legislativo) pelo desejo de servir a comunidade, de criar leis, projetos, obras e serviços de governo tendo em vista o desenvolvimento humano e o bem estar material da comunidade.

Na prática, a regra tem sido a realização de projetos pessoais, satisfação do desejo de poder e enriquecimento através dos salários percebidos e dos outros recursos financeiros – geralmente ilícitos – de tal sorte que quase sempre ao final dos mandatos os detentores de cargos eletivos acabam construindo fortunas incompatíveis com os valores legalmente recebidos dos cofres públicos.

Políticos analfabetos políticos e/ou analfabetos políticos e eleitores iguais nesses dois mesmos sentidos, acabam gerando uma falsa democracia, onde agentes públicos fingem legislar e/ou governar e a população finge não saber que foi enganada, porque na maioria das vezes, participaram da má fé dos candidatos, vendendo (barato) os seus votos em troca de pequenas propinas antes e promessa de outras vantagens pessoas depois. O voto, ferramenta de escolha do melhor, acaba transformando-se em meio de escolha do que paga mais antes (propinas, presentes) e/ou promete mais no depois (cargos, empregos e vantagens pessoais).

A insensatez de ambas as partes se revela em verdadeiras tragédias administrativas e festivais de corrupção com desvios de recursos do Erário Público para o bolso dos políticos e seu parceiros, apaniguados e corruptores representados por empresas de todos os naipes que transacionam com a Administração Pública, via improbidade administrativa.

A REGRA E AS RARAS EXCEÇÕES

A regra na Administração Pública, em todos os níveis, tem sido todos os vícios por demais conhecidos, pelos desvios diuturnamente denunciados pela imprensa – bendita liberdade de imprensa – onde a regra é dilapidar o erário público sem nenhum pudor, a ineficiência, a improbidade administrativa e o enriquecimento ilícito. E, pior, tudo isso abençoado por outra causa eficiente da continuidade delitiva que é a impunidade.

Cargos de Ministros da União, Secretários de Estado e dos Municípios não são providos por títulos e notável capacitação técnica, experiência, currículos comprovados através de relevantes serviços prestados ao longo do tempo e honestidade impecável. Hoje são moeda de troca e/ou de retribuição de apoios pretéritos, presentes e futuros durante o período eleitoral e/ou de sustentação dos esquemas de poder e enriquecimento pessoal, grupal (partidário) durante a duração do mandato.

CASCAVEL TEM MUITO A APRENDER COM TOLEDO

Cascavel tem muito a aprender com Toledo em vários sentidos a começar pela visão comunitária do povo toledano. Depois, pela qualidade das lideranças políticas e administrativas daquela cidade que sabem cuidar dos aspectos materiais e humanos que compõe a realidade local.

Toledo é hoje uma cidade urbanisticamente clean, rica em equipamentos urbanos de dar inveja, tudo voltado para garantir a felicidade dos seus habitantes. Obras úteis, necessárias e esteticamente bem realizadas. São muitas as obras, mas vamos destacar três que chamam especial atenção: 1. O Teatro Municipal, há muito tempo inaugurado e entregue à sua população. Grande, bonito, bem equipado. 2. A Casa da Cultura e sua praça, um exemplo de apreço aos valores culturais fundamentais voltados para a disseminação dos valores humanos, do espírito, do conhecimento e das belas artes. 3. Um belíssima obra de cunho social, representada pelos vários restaurantes populares, que hoje mantem um poderoso sistema de segurança alimentar em favor dos mais pobres, dos trabalhadores e da alimentação escolar, com uma cozinha central que supre um volume exemplar de refeições diárias, digno de registro e elogios. Projeto há muito implantado e ampliado que é modelo no Paraná e no Brasil.

Porque elogiar uma cidade vizinha, por longo tempo apontada como uma “cidade rival” de Cascavel? Porque é preciso mostrar a diferença de mentalidade e de visão político-administrativa que faz dela um modelo a ser copiado e todos os sentidos.

Cascavel não tem em quantidade e qualidade nada comparável nesses três aspectos acima apontados: 1. Nosso teatro vem se arrastando a anos e ainda falta muito para que possa ser entregue à comunidade. Se o nosso prefeito tivesse o mesmo apreço pela cultura que o que ele tem pelo cartismo e pelo automobilismo, a obra teria sido inaugurada antes que terminasse o seu último mandato. 2. O nosso Centro Cultural Gilberto Mayer, é uma vergonha como espaço e pelo sucateamento negligenciado, ano após ano. Porque esse abandono? Porque a Secretaria da Cultura nunca foi olhada com a importância que ela merece. Homens incultos não tem a noção do valor da cultura. O cargo de secretário (a) sempre foi preenchido por pessoas despreparadas para a função. E os cargos comissionados como moeda retributiva amigos e/ou parentes de amigos cabos eleitorais ou correlegionários financiadores de campanha. Tanto é verdade isso, que o a escolha do titular da pasta foi postergado, como se fosse de total (des) importância. 3. O único restaurante popular da cidade, foi objeto de adiamento durante todo o mandato do anterior/atual prefeito, por razões bastante duvidosas, segundo os críticos do governo, por erros propositais de projeto, má condução do assunto e desinteresse com o pretenso intuito de favorecer a rede privada de estabelecimentos comerciais do setor (bares, restaurantes e lanchonetes dos vários supermercados). Essa teria sido a razão de tanto atraso. Inaugurado, verifica-se da importância de tal benefício à população cascavelense.

Por essas e outras razões, que são muitíssimas, não há como não invejar o modelo toledano de administração e a qualidade dos vereadores e especialmente dos gestores da vizinha cidade de Toledo.

Não dá para silenciar. É preciso dizer. Quem sabe sob o fogo cerrado das denúncias, eles, os políticos locais e seus áulicos resolvem calçar as sandálias da humildade e, senão renunciar,  agir com um mínimo de dignidade e cidadania.

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ANTONIO DE JESUS – procurador de justiça aposentado, advogado e cidadão cascavelense.

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